Quando não sabemos mais quem somos, deparamo-nos, em alguns momentos da vida, com uma pergunta desafiadora: “Quem sou eu?” Quando essa resposta deixa de ser clara, surge então a crise de identidade.
A crise de identidade acontece quando nossos processos internos encontram conflitos ou rupturas significativas. Ela é marcada por questionamentos sobre quem somos, qual é o nosso papel no mundo e quais caminhos devemos seguir.
A crise de identidade não ocorre somente na adolescência. Ela pode surgir ao longo de toda a vida, especialmente diante de mudanças importantes, transições e desafios emocionais, como mudança de país, perda de emprego, fim de um relacionamento, maternidade, enfermidades, aposentadoria ou qualquer outra situação que questione nossos papéis, valores e propósitos de vida.
Quando essas mudanças acontecem, podemos sentir um vazio que dificilmente compreendemos. É como se uma parte de nós desaparecesse junto daquilo que ocupava o nosso tempo e a nossa rotina.
Durante a crise de identidade, é comum surgirem sentimentos de confusão, tristeza, ansiedade e insegurança. Muitas pessoas relatam a sensação de estarem perdidas, sem direção e, principalmente, sem clareza sobre quais decisões tomar.
É importante compreender nossos padrões de comportamento e fortalecer o autoconhecimento. Reconhecer quem somos, o que valorizamos e o que desejamos nos ajuda a fazer escolhas mais alinhadas com a nossa essência.
A identidade não é algo fixo e imutável. Estamos em constante transformação por meio das experiências e dos aprendizados. Crescer também significa permitir-se mudar, aprender e reconstruir-se sempre que necessário. Afinal, descobrir quem somos é um processo contínuo, que acompanha cada fase da nossa jornada.
Buscar apoio psicológico é fundamental e necessário nesse processo. Permita-se ser uma nova versão de si mesmo, com novas tomadas de decisão, novos aprendizados e novos caminhos.
Descobrir e buscar a resposta para a pergunta “Quem desejo me tornar?” faz parte da reconstrução de si e do encontro com a nossa verdadeira essência. Isso não significa apagar a sua história, mas integrar suas vivências de forma mais consciente, fortalecendo o autoconhecimento e o equilíbrio emocional.












As crises existem! Isso é uma certeza!
Quando jovens a família (pais, tios e avós) nos guiam, nos orientam e conversam! Na fase adulta com a vivência na faculdade, começo de um trabalho e até o primeiro namorado, nos trazem as primeiras crises de identidade, porque precisamos saber o que queremos para fazer as nossas escolhas, por isso ter sonhos e ambições nos guiam para o SER!
Criamos a nossa identidade para a finalidade que queremos! Para isso são importantes aquelas redações que fazemos na escola sobre “o que queremos ser quando crescer”! Nos ajudam e orientam a pensar no futuro! Se você já tem uma ideia do que quer ser, não terá uma crise de identidade. Mas se resolver mudar e não tiver base para se fundar na nova identidade que quer, pode ser difícil de superar!
O que acontece muito é a pessoa correr atrás de seu sonho e descobrir que não tem aptidão para aquilo (ex: cantar e não ter voz ou senso musical), e depois não saber o que fazer, se nessa hora que as pessoas ao redor (parentes e amigos), tiverem condições de orientar de forma construtiva, ela não terá uma crise difícil e demorada para enfrentar!
Ajuda e orientação psicológica só ajuda se a pessoa tiver consciência de que precisa, senão em vez de ajudar pode piorar, porque pode achar que está doente ou incapaz!
Os pais não nascem com um manual para saber educar seus filhos, se apropriam de suas experiências de vida! Quanto mais experiências e conhecimentos passados pelos mais velhos a pessoa tiver, ela terá condições de superar as crises que tiver durante a vida!
A convivência com pessoas mais velhas ajuda muito na obtenção de informações!
O que preocupa muito é o excesso as informações digitais, muitas fakes, aumentando a desinformação e falta de informações úteis!