Bruna Shizue Nakamura iniciou na Alternativa em janeiro deste ano, mas desde criança acompanha a revista com carinho e aprendizado. Ela atua no Departamento Comercial e no dia-a-dia enfrenta os desafios de inovar e sempre mostrar aos clientes o impacto e vantagens de anunciar nas publicações.
Bruna, antes de entrar para a equipe, qual era a sua relação com a Alternativa?
Bom, eu conheço a revista desde o começo, lá no início mesmo, quando ela ainda era uma folha dobrada ao meio. Sempre ouvi minha tia Sandra e meu tio Claudio dizendo: “A Alternativa cresceu bastante!”. Desde pequena eu já tinha uma conexão com a revista. Eu amava a revistinha da Turma da Mônica e sempre pedia para minha tia comprar e ler para mim. Quando a Alternativa começou a publicar as histórias da Turma da Mônica, aquilo acabou dando um impulso enorme para eu aprender a ler. Como minha tia trabalhava à noite e minha mãe chegava tarde do trabalho, muitas vezes não tinha ninguém para ler comigo. Então eu pegava a revista, ia juntando as sílabas e, quando percebi, já estava lendo sozinha (risos). Hoje, se tenho a oportunidade de trabalhar na Alternativa, ela teve um “pinguinho de culpa” nisso (risos). Tenho uma enorme gratidão. Antes de entrar para a equipe, eu via a Alternativa como uma empresa da qual eu nunca faria parte. Era uma empresa que eu admirava de fora, quase como um ídolo. E hoje poder estar aqui faz tudo isso ter um significado ainda mais especial.
O que você faz atualmente na revista?
Hoje faço parte do setor comercial. Ao mesmo tempo, sempre que surge a oportunidade de aprender algo novo ou colaborar com outras demandas, procuro ajudar no que está ao meu alcance. Se preciso fazer uma tradução, faço. Se posso contribuir com alguma atividade interna, também procuro dar o meu melhor. A parte que mais combina comigo é o comercial. Minha cabeça está sempre pensando em como atender melhor cada cliente e em como oferecer um plano que realmente seja bom para ambos os lados. Acredito que a melhor venda é aquela em que tanto o cliente quanto a empresa saem satisfeitos.
Trabalhar na revista mudou a forma como você enxerga a comunidade?
Eu já estava muito inserida nela antes de entrar para a Alternativa. Ao longo dos anos, fiz traduções, acompanhei brasileiros em hospitais, prefeituras e em diversos processos burocráticos. Por isso, sempre acompanhei de perto a realidade da nossa comunidade e, muitas vezes, utilizava a própria Alternativa como fonte de informação. O que mudou foi a forma como consigo transmitir esse conhecimento no meu trabalho. Hoje, quando apresento a revista para clientes japoneses, consigo explicar com mais propriedade a importância da Alternativa como um elo entre as empresas japonesas e a comunidade brasileira. Isso me dá ainda mais confiança para mostrar o valor que a revista tem para quem anuncia e para quem a lê.
Em um mundo cada vez mais acelerado, com inteligência artificial, redes sociais e tanta informação circulando, que papel você imagina para a Alternativa no futuro?
A inteligência artificial ainda não substitui as pessoas. IA pode ter muito conhecimento, mas não tem sentimentos, vivências e nem a experiência que o ser humano adquire ao longo da vida. Por mais avançada que a tecnologia seja, existem decisões que ainda dependem da sensibilidade humana. Por isso, imagino que a Alternativa continuará tendo um papel muito importante: acompanhar a evolução da tecnologia, informar a comunidade sobre seus benefícios e desafios e ajudar as pessoas a utilizarem essas ferramentas de forma consciente.