Professor Caruso nos encoraja a arriscar, tentar e falar com as pessoas mesmo com o risco de errar.
Qualquer pessoa, quando está aprendendo algum idioma estrangeiro, tende a se preocupar em demasia com a gramática do idioma e tende a se conter na hora de se comunicar com falantes nativos.
Eu tinha um colega de trabalho que era assim com o inglês. Ele vivia cometendo pequenos erros, mas nunca teve vergonha de se expor. Foi justamente essa falta de vergonha que o fez se aprimorar cada vez mais e, hoje, ele faz parte da equipe de intérpretes de inglês.
Eu entendo. Não vou mentir que já fui assim também, preocupado em falar. Mas é preciso sair da famosa zona de conforto e se arriscar. É extremamente importante que você se liberte do grupo dos que dizem “eu me viro” ou “não passo fome”. Não. Não se contente com tão pouco.
Leia o texto completo na edição 616 da Alternativa.
Achei interessante o ponto de vista, e concordo com o treinamento constante . Aliás, qdo criança, antes de aprendermos a escrita, primeiramente a fala é aprendida e compreendida. Eu agora com meus 55 anos, nunca tive dificuldade na língua japonesa, porque minha primeira língua , mesmo nascido no Brasil, foi a japonesa.
Sou taxista agora, me “aventurando” e saindo de uma “área de conforto”, o qual, pensando bem agora, nunca deveria ter entrado (funcionário de fábrica). Mas não me arrependo, pude ajudar muita gente, sem pedir nada em troca por isso. ” O que de graça recebi, de graça dou”.