Tomei a frase da psicóloga Eliane Abreu para compor o título deste editorial: “criança não é produto”. Essa ideia explica muito sobre o perigo de pais, parentes e responsáveis colocarem as crianças para gravar vídeos e ficarem expostas nas redes sociais.
É normal e aceitável que crianças apareçam nas redes sociais; não há como evitar. O risco acontece quando essa prática se torna “comercial”, quando a criança começa a ser obrigada a gravar e a se submeter a horários e tensões dos quais ela ainda não tem capacidade de avaliar se são saudáveis ou não. Tanto no Brasil quanto no Japão, há leis que tentam regular e evitar os perigos das redes sociais para crianças e adolescentes. Mesmo assim, todo cuidado é pouco.
Ouvimos ainda várias outras mães sobre como estimular e apoiar os filhos que, desde cedo, apresentam habilidades incríveis. Cada criança é única e merece nosso total apoio.
OUTUBRO ROSA: O artigo da Priscilla conta a emocionante história de superação dela em relação ao câncer de mama. Ela nos alerta a olhar com carinho redobrado para mulheres que passaram e/ou passam por esse drama. Não basta dizer que apoia; é preciso estar junto, prestar atenção às dificuldades e agir para que a pessoa se sinta protegida, amada e pronta para atravessar essa fase tão difícil.
Excelente leitura!











