Alesse Nunes, jornalista e editor da Revista Alternativa, reflete sobre a importância da ética e da responsabilidade ao produzir conteúdos para as redes sociais.
Seres humanos têm a incrível capacidade de aprender. Na natureza, isso é tão formidável em nós que praticamente nos diferencia de tudo. Mas não nos torna especiais, nos torna responsáveis por aprender da forma correta e impactar positivamente as pessoas e o ambiente.
Nesta edição, conversamos com dezenas de influencers, ou produtores de conteúdo digital. É um fenômeno recente, nascido com a popularização das plataformas online. Milhões de pessoas desempenham essa atividade diariamente, o que resulta em uma enxurrada de vídeos, imagens e áudios circulando sem parar. Nas entrevistas, uma coisa foi unânime (e isso é excelente): a maioria afirma que a prioridade é manter um aguçado senso de responsabilidade sobre o que produzem. Conteúdo gera impacto, aprendizado, comportamento. Sem ética e responsabilidade, os riscos são enormes.
Não gosto da palavra fake news, prefiro usar “mentira”. Acostumado com a ética do jornalismo, sei que uma informação falsa, produzida intencionalmente, pode destruir reputações, carreiras e vidas. É algo muito sério. Mentiras são o veneno mais cruel de uma sociedade corrompida, ainda mais para quem cria conteúdo para o público. Estamos felizes que, no Japão, os brasileiros produtores de conteúdo se preocupam muito com esse ponto. Que seja sempre assim!
Ótima leitura.
A maior preocupação ao produzir um conteúdo, seja para plataforma digital ou não é o compromisso com a verdade. Infelizmente existem pessoas que não tem esse compromisso. Por isso, sempre temos que ter um alerta ao ler ou receber uma noticia.Confirmar com outros meios de comunicação deve se tornar uma prática.