Confira nossa edição repleta de novidades e reportagens.
CAPA |
PAÍS DE MIL REGRAS!
O Japão aos olhos dos turistas é impecavelmente limpo, organizado e harmônico. Mas o custo disso é alto: a sociedade se organiza de forma a priorizar o aprendizado de regras e boas maneiras; quem foge desses protocolos é automaticamente pressionado pelo próprio grupo a segui-los. Os estragos para a saúde mental individual são evidentes, e os índices de suicídio são altos. Veja nesta reportagem mais detalhes desse jeito japonês de ser. Leia a reportagem completa na edição 624 da Revista Alternativa.
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JAPONÊS MANEIRO
Merii Kurisumasu no Natal?
Aprenda a pronúncia
Artigo do Professor Caruso
Se você vai desejar feliz Natal para alguém no Japão, como deve pronunciar o famoso Merii Kurisumasu? Parece simples, mas para soar natural é preciso entender algumas regrinhas. Confira no artigo exclusivo da edição 624 da Revista Alternativa.
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PONTO DE VISTA
Deciframos o trauma da ministra Onoda
Artigo de Angelo Ishi
A primeira-ministra Sanae Takaichi prometeu, mas não cumpriu. Ela colocou apenas duas ministras mulheres em seu gabinete; havia prometido mais. A ministra Onoda, que tem pai norte-americano, deveria ser a mais favorável aos estrangeiros, mas não é. Saiba o motivo neste artigo exclusivo do professor Angelo Ishi na edição 624 da Revista Alternativa.
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SAÚDE EM DIA
Cuide da mente como prepara as festas de fim de ano
Artigo de Monica Hamada
Dezembro é mês de despedidas e reencontros. Tempo de reflexões silenciosas preparando o ambiente para o próximo ano. É a época certa para você pausar, respirar e olhar para sua vida com calma e esperança. Leia o artigo completo da psicóloga Monica Hamada na edição 624 da Revista Alternativa.
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A BELEZA COMO FORMA DE EXPRESSÃO
Malas prontas, cuidados com a pele
Artigo de Priscilla Kajihara
Fim de ano é época de viajar. Mas os cuidados com a pele não podem ser deixados de lado, ainda mais se você for circular entre Brasil e Japão, pois o clima e as estações são opostos e exigem atenção especial. Saiba todos os detalhes neste artigo exclusivo da edição 624 da Revista Alternativa.
@priscillakajihara
A IMAGEM QUE VOCÊ TRANSMITE
Recebeu presente e não gostou?
Entenda o que fazer
Artigo de Aline Fraga
Neste artigo exclusivo, nossa colunista Aline Fraga comenta o passo a passo para você não ficar numa saia justa quando o presente que ganhou não lhe agradar. Ela também orienta que, se você deu um presente, não se ofenda caso a pessoa queira trocar; isso é natural. Leia na edição 624 da Revista Alternativa.
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CULINÁRIA
Caldo de mocotó
Delicioso e rico em vitaminas
Artigo da chef Mizinha
Caldo de mocotó é um pouco complexo de preparar, mas vale a pena. Além de suculento, o prato é rico em aminoácidos e vitaminas do complexo B, fortalece os músculos e os ossos. Confira a receita completa na edição 624 da Revista Alternativa.
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Lendo o artigo do Cônsul Aldemo sobre a manifestação anti-imigração ocorrida em Hamamatsu, chamou-me a atenção a menção ao assassinato de um parlamentar japonês por um fanático de extrema-direita.
Parabéns ao Cônsul por expressar, em um texto claro e esclarecedor, nossas preocupações em relação ao movimento anti-imigração no Japão — um tema do qual autoridades, tanto japonesas quanto brasileiras, frequentemente procuram se esquivar, comportando-se como nobres romanos, protegidos por uma elite de patrícios e patrícias, distantes da realidade popular.
Parabéns, Sr. Aldemo, pela coragem de expor essa ferida ainda aberta na sociedade japonesa, assumindo o papel de um verdadeiro Tribuno da Plebe — a nossa voz.
José Comessu
Hamamatsu, Shizuoka
Ps autorizo a publicar meu nome completo
O “ishismo”: quando política vira fofoca psicológica, sobre o. “Trauma da ministra Onoda”
Virou moda explicar divergência política com psicologia improvisada. No texto em questão, Satsuki Katayama é pintada como “aberta e multicultural”, enquanto Kimi Onoda vira “dura” por suposto trauma pessoal. É o “ishismo” : menos política, mais novela.
O detalhe incômodo é que a diferença entre as duas não é biográfica nem emocional — é política e estratégica. Ambas são conservadoras, ambas defendem controle migratório. O que muda é o enquadramento: Katayama fala em gestão econômica; Onoda, em soberania e risco social. Simples assim.
Transformar isso em diagnóstico psicológico é atalho retórico. Do tipo: não prova nada, mas sugere tudo.
E convém lembrar: uma política cantar em restaurante brasileiro como o Servitu que já fechou as portas, não a torna automaticamente pró-imigração. Performance demagógica cultural não é política pública.
De um PhD da Universidade de Tóquio, esperava-se menos psicologia de mesa de bar e mais análise política. Diploma não faltou. Método, sim.
Sobre o artigo da Manifestação em Hamamatsu, muitos estrangeiros, como eu so fiquei sabendo depois que teve a manifestação, esse foi um dos motivos pela ausência dos estrangeiros e outra que foi em plena dia da semana, e vcs sabem que com essa crise financeira não tem como ficar faltando no serviço. Então se alternativa ou qualquer outro meio de comunicação puder informar antes, acho que muitos estrangeiros fazem questão de comparecer e mostrar que estamos aqui para trabalhar e ter nossos direitos reconhecidos.